IRRIGAÇÃO
EM GOTAS
José Giacoia
Neto
(34) 3212-8484
• jgiacoia@rainbird.com
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EMISSORES
DE ÁGUA
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Introdução

A partir deste nosso encontro, vamos mostrar a utilização, aplicações e detalhes técnicos para projetos, bem como a especificação de equipamentos utilizados em Sistemas de Irrigação para Jardins e Gramados.
Vamos começar pela parte mais importante do sistema, que são os Emissores de Água. Muitas pessoas e profissionais da área resumem os emissores com o termo aspersores, que são os emissores mais utilizados.
Porém, quando utilizamos apenas este termo, estamos omitindo uma série de produtos que também
possuem a mesma função, que é a de emitir água para a irrigação das
plantas.
Existem vários tipos e modelos de emissores para irrigação, cada qual com uma determinada aplicação.
Como um projeto paisagístico possui as mais variadas dimensões e
características, podendo oscilar de micro- áreas (vasos, jardineiras, etc.) até grandes
áreas (resorts, fábricas, etc.), Os fabricantes desenvolveram várias linhas de emissores
para atender às situações mais diferentes. Os emissores são dispositivos que emitem água na forma de spray, gotas, respingos e jatos. Para irrigação de áreas paisagísticas, os emissores
são divididos em 3 grupos:
Aspersores Sprays
É
sem dúvida o modelo mais utilizado em residências e áreas de pequenas dimensões.
Praticamente 80 % dos sistemas instalados possuem este produto no projeto. Possuem um
alcance variando de
0,80 a
5,4m. Um exemplo de um modelo deste aspersor está na figura 2.
Aspersores Rotores
Como o próprio nome sugere, são aspersores que giram em
funcionamento para emitir água. Estes aspersores são geralmente utilizados em áreas
de dimensões maiores, paisagismo de pequeno porte e densidade e
em gramados esportivos. Possuem alcance que varia de
7,0 a
34 metros
. Na figura
1 temos um aspersor rotor em funcionamento.
Emissores de baixo volume
Este emissores são utilizados em várias situações: viveiros de
mudas, pequenos jardins, jardineiras de apartamentos, etc. Eles podem
emitir água nas várias formas descritas anteriormente. Na figura 3 temos um emissor de baixo volume
em funcionamento.
Um dos motivos para dividir os emissores nestes três grupos é que
emissores de diferentes grupos nunca devem funcionar juntos e interligados dentro de um projeto.
Esta é principal regra para um sistema de irrigação
para jardins.
Isso se deve ao fato de que a quantidade de água aplicada por ele
no mesmo intervalo de tempo ser completamente diferente.
Para exemplificar, seria como ligar a água durante 5 minutos, com uma
área recebendo
8 litros
de água e outra área, ligada na mesma torneira,recebendo apenas
2 litros
de água!
Com os emissores de baixo volume, quando dimensionada a aplicação de água por projetistas altamente
experientes, podemos ter uma situação de funcionamento em conjunto com aspersores sprays
e aspersores rotores.
Portanto, caro leitor, se você já se deparou com emissores de água
de modelos diferentes funcionando juntos e interligados, saiba que houve
aí um grave erro no projeto.

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